Segunda-feira, Dezembro 11, 2006

O que dizem os médicos!
O director do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Santa Maria, em Lisboa, e presidente do Colégio da Especialidade da Ordem dos Médicos, Luís Graça, admite ao CM que os hospitais não têm meios nem devem funcionar para fazer abortos por opção da mulher.
“Os hospitais públicos não têm vocação para fazer interrupções de gravidezes. Existem para tratar os doentes. Além disso, não temos meios nem recursos para poder acorrer a esses casos e também não vou deixar de operar uma mulher com um tumor nos ovários para dar prioridade a outra mulher que não está doente, mas que quer abortar e não pode entrar em lista de espera.”
Aquele responsável diz não retirar o direito da mulher em abortar:
“A mulher pode ter esse direito, mas terá de suportar os custos, tal como já o faz no privado. Não devem ser os contribuintes a pagar.”
“Os hospitais públicos não têm vocação para fazer interrupções de gravidezes. Existem para tratar os doentes. Além disso, não temos meios nem recursos para poder acorrer a esses casos e também não vou deixar de operar uma mulher com um tumor nos ovários para dar prioridade a outra mulher que não está doente, mas que quer abortar e não pode entrar em lista de espera.”
Aquele responsável diz não retirar o direito da mulher em abortar:
“A mulher pode ter esse direito, mas terá de suportar os custos, tal como já o faz no privado. Não devem ser os contribuintes a pagar.”
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Devem ser os contribuintes a pagar aulas de religião e moral de confissão católica nas escolas públicas, quando cerca de 70% dos alunos não frequenta esse tipos de antros da moral?
BRAVO PELA SUA SAGEZA.
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BRAVO PELA SUA SAGEZA.
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