Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

"Se a Constituição diz que a vida humana é inviolável, não percebo como se pode fazer um referendo sobre esta matéria", disse Jardim à margem da cerimónia de donativos da Fundação Social-Democrata da Madeira a várias instituições. E acrescentou: "considero que o referendo é inconstitucional, mas nós temos o Tribunal Constitucional que temos e não vale a pena bater em coisas que estão desprestigiadas"."Vou votar 'Não'", afirmou o governante madeirense, adiantando discordar também da forma como a questão será colocada no referendo. "O termo interrupção é ridículo porque só se interrompe uma coisa que vai ser continuada e aqui trata-se da destruição da vida humana", salientou. Jardim realçou igualmente que a palavra "interrupção", serve apenas para "deitar poeira nos olhos dos incautos".
por pedro guedes. Pela Vida
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Eu gostei muito do seu BLOG. Mas não será um tanto dilatado e idiota a presença de uma imagem retrantando o Sr. Alberto João Jardim em pleno comício num espaço tão distinto e eivado de substância como o seu?
Bem haja pela estupidez.
Bem haja pela estupidez.
Reparei na delicada forma de aprovação que o sentido da democracia tem para si. A opinião é sua, a palavra é a de Deus. Que bonitas são as letrinhas verdes do topo.
Mais uma vez BEM HAJA PELA SUA ESTUPIDEZ.
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Mais uma vez BEM HAJA PELA SUA ESTUPIDEZ.
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